Fotos: Reprodução / Divulgação

Vacinação infantil ainda deixa pais receosos, mas a falta da imunização pode ser trágica

Quando ainda não havia vacinas para as crianças, pesquisas indicavam que os pequenos corriam um risco relativamente baixo de desenvolver casos graves da Covid-19, mas a realidade é muito mais trágica entre as fileiras de túmulos.

Em meio a tantos números, as tragédias vividas pelas mães que perderam seus filhos nunca será compreendida em sua totalidade por quem não está inserido nela. 

O Ministério da Saúde incluiu crianças entre 5 e 11 anos no plano nacional de imunização contra a doença sem a exigência de prescrição médica. O anúncio ocorreu três semanas após a Anvisa liberar a vacina para o público infantil — e em meio à pressão da opinião pública, de especialistas e do público geral. 

A imunização de crianças já ocorre em diversos países. Nos Estados Unidos, as vacinas de reforço para crianças foram autorizadas. Especialistas defendem que a vacinação desse grupo é estratégica para combater a pandemia. Entre eles está o ex-ministro da Saúde, o oncologista Nelson Teich.

É difícil identificar uma família enlutada e disposta a falar. Informações médicas são sensíveis e confidenciais — os dados fornecidos não incluem informações pessoais e nem são encontrados em hospitais ou fornecidos por órgãos do Estado. 

Contrariando os comentários abundantes na internet que minimizam números de mortes de crianças por covid, a vacinação pode ser o fator essencial, não para evitar a doença, mas para evitar uma morte.

Criado em 04/05/22
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