Os preços dos medicamentos ficarão 10,89% mais caros em 1º de abril, quando entrará em vigor a autorização para reajuste dos remédios pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que define o preço máximo ao consumidor em cada estado.
Esse foi o índice autorizado pelo governo para a recomposição anual de preços dos remédios, segundo informou na noite desta terça-feira, 29, o Sindicato dos Produtos da Indústria Farmacêutica (Sindusfarma).
O percentual de reajuste é definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, que é o órgão interministerial responsável pela regulação do mercado de medicamentos. Segundo o Sindusfarma, o aumento dos preços deve atingir cerca de 13 mil apresentações de medicamentos disponíveis no mercado varejista brasileiro.
“Mas o reajuste não é automático nem imediato, pois a grande concorrência entre as empresas do setor regula os preços: medicamentos com o mesmo princípio ativo e para a mesma classe terapêutica (doença) são oferecidos no país por vários fabricantes e em milhares de pontos de venda”, diz o sindicato em nota.