Em virtude do Dia Internacional da Síndrome de Down, durante todo o mês de março, as Secretarias Estaduais da Cultura e Economia Criativa e dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão com uma ação conjunta, como o espetáculo do “Coral TAM TAM”, a exposição “Arte para Todos” e reflexões sobre o livro “Quem Sou Seu?”
E no dia 21, quando é celebrada a data propriamente dita, as Fábricas de Cultura, Museus, Oficinas Culturais e Bibliotecas terão programações especiais voltadas para pessoas com deficiência, familiares, profissionais e toda sociedade para debater sobre a acessibilidade cultural. Confira!
Nas Fábricas de Cultura da zona leste de São Paulo acontecerão a exposição “Arte para Todos” em parceria com o Instituto Olga Kos de Inclusão Cultural.
Ao todo, serão 10 telas dez pinturas e técnicas variadas, cujos autores são jovens com síndrome de Down. A atividade será itinerante e ficará uma semana em cada local.
O cronograma é:
Espetáculo musical da Associação Projeto TAM TAM, cuja principal meta é promover a inclusão em todos aspectos.
Como ONG, visa complementar políticas públicas para pessoas com deficiências, síndromes, distúrbios, e/ou doenças psiquiátricas e do afeto.
As equipes da Bibliotech organizaram, em todas as Fábricas de Cultura, rodas de conversas e encontros de leitores para dialogar a respeito da síndrome de Down, alguns baseados no livro “Quem sou eu?”, de Mariana Reade.
De um ponto de vista puro e inocente, a obra trata do cotidiano de uma menina que nasceu com um cromossomo extra e se depara com a visão adulta de que ela não compreende o mundo.
A protagonista narradora se revela como um ser que está vendo o universo pela primeira vez.
A Fábrica de Cultura Sapopemba fará uma transmissão ao vivo e convidará as mães de aprendizes com a síndrome para compartilhar as experiências de criar uma criança com Down.
Nesta partilha, falarão alegrias e desafios, a fim de desmistificar, informar e sensibilizar as pessoas, com o intuito de diminuir o preconceito através da informação.
“Mesa de conversa: desafios criativos e comunicacionais no processo de acessibilidade em dança”, com interpretação em libras.
Além da presença de artistas e profissionais da cultura conectados ao tema, como a jornalista, performer e videoartista paulistana Estela Lapponi, o ator Edgar Jacques e Anderson Vieira (Corpo Rastreado), com mediação da dançarina Letícia Sekito.
Gratuito, os ingressos serão distribuídos 1h, antes, 40 vagas. Neste local, durante o mês de março, contará com transmissão online com recursos de libras e audiodescrição.
Oficinas Culturais com atividades desenvolvidas, que permitem receber todos os públicos, inclusive, pessoas com restrições de mobilidade e de outras naturezas (baixa visão, perda auditiva, cadeirantes, nanismo, entre outras).
Na maior parte das ações, há intérprete de libras e/ou áudio descrição.
Mais informações é só clicar aqui!
Atividade “Vivência em libras”, com Tatiana Lucky Issoo.
Será mergulho no mundo visual e expressivo da Língua Brasileira de Sinais, que traz de maneira lúdica e descontraída a prática para pessoas surdas e
O Conservatório de Tatuí conta com uma professora de musicografia braile, a qual realiza apoio para discentes cegos ou com baixa visão e oferece apoio aos docentes que atendem estes alunos.
Em 2023, terá uma profissional que prestará consultoria à instituição, além de uma comissão formada por vários(as) docentes, coordenações pedagógicas e profissionais especializados em Educação Inclusiva, a qual buscará estratégias específicas para atuarem no apoio ao corpo docente no atendimento a estudantes com deficiência ou dificuldades pedagógicas, seja em aulas coletivas ou em aulas individuais.
Terá ainda 3 bolsistas-ofício para apoio pedagógico a docentes e discentes que poderão acompanhar aulas individuais ou coletivas.
A Pinacoteca, localizada no Jardim da Luz, no Centro de São Paulo, tem um programa educativo especialmente voltado ao atendimento de pessoas com deficiência e com transtornos mentais de todas as idades.
Ele realiza visitas educativas a esses grupos mediante agendamento prévio pelo telefone 3324-0945 ou pelo email [email protected].
As visitas podem acontecer tanto no edifício da Pinacoteca Luz quanto nas demais unidades, incluindo a Pinacoteca Contemporânea, quando for inaugurada.
O Museu Catavento, localizado na Avenida Mercúrio, região do Parque Dom Pedro II, conecta aprendizado e diversão em cada exposição lançada e diariamente atrai inúmeros visitantes.
O Núcleo Catavento Acessível para pensar nas ações de acessibilidade no museu. O acolhimento e mediação específicos são direcionados a um público composto por pessoas com ou sem deficiência, em situação de rua, crianças, idosos ou jovens em regime de liberdade assistida.
A visita agendada tem a duração de 1h30 e é acompanhada por educadores que propiciam, de acordo com o perfil do público, adaptação de linguagem, tempo e utilização de recursos cognitivos.
Além de visitas guiadas, o Núcleo Catavento Acessível aplica oficinas educativas; formação dos funcionários e recursos como: audioguia, audiodescrição, placas em braille, vídeo Libras, “Carrinho Catavento Acessível” com materiais táteis e cognitivos para uso nas mediações.
O site da Escola conta com recursos de acessibilidade comunicacional baseados na Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) com contraste, tamanho de letra e voiceover, visando uma integração de pessoas com baixa visão e cegos.
Tem LSE (Legendagem para surdos e ensurdecidos) em todos os vídeos publicados pela SPED em suas redes sociais: YouTube, Instagram e Facebook de março a dezembro de 2022
Legendas acessíveis redigidas com as descrições das imagens e textos de forma objetiva para dar contexto ao conteúdo publicado nas mídias sociais foram publicadas no Twitter (como descrição de imagem) e no Instagram (como texto alternativo) em todas as 111 postagens da Escola de março a dezembro de 2022.
Programação que visa conscientizar sobre o Dia Internacional da Síndrome de Down
Recomendado: Todas as idades
Quando: Já foi
Horários: varia conforme a atividade
Preços: Gratuito