Chegou aos cinemas na última semana a versão da Disney para o clássico balé O Quebra Nozes. O filme será baseado na obra de Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1891) e no conto de fadas de Ernest Theodor Amadeus Hoffmann, O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos.
O filme conta a história de Clara (Mackenzie Foy), que perdeu a mãe há cerca de um ano e ainda não lida bem com sua ausência. No Natal, ela ganha um presente de seu avô, interpretado por Morgan Freeman, que abre a porta de um mundo mágico.
Nesse mundo, ela descobre quatro reinos que foram criados por sua mãe, o que faz dela uma princesa. No entanto, diferentemente dos contos clássicos, ela precisará batalhar para conseguir restabelecer a paz nesses reinos.
Investimento pesado
À primeira vista, pode parecer que o filme vai ser parecido com Alice no País das Maravilhas (2010), mas carrega diferenças em sua produção. A computação gráfica não será o elemento principal, por exemplo.
Os quatro reinos foram construídos em cenários de verdade. A maquiagem e o figurino dos personagens também foram feitos de forma real, sem recursos tecnológicos, segundo a matéria especial da revista Entertainment Weekly.
Inspiração para os reinos
Ainda na matéria da revista norte-americana, a Disney revelou como se inspirou para a construção de cada um dos quatro reinos. Confira:
Para o Para o reino das flores, a inspiração foi em pequenas vilas no sul da Inglaterra e da Holanda, com moinhos e fazendeiros.
Para o reino do gelo, se inspiraram em um hotel da Suécia e em vilas da Alemanha. Tudo feito em camadas de gelo de verdade. Os habitantes se transportam por renas.
Já o reino dos doces foi inspirado no jogo de tabuleiro do Candy Land. Ele foi todo feito de doces de verdade e precisou de vigilância constante para não ser “assaltado”.
O último reino é mais escuro e de onde vem todo o mal para os outros três. Ele era o maior dos quatro reinos, com mais detalhes e também o mais sombrio de todos.
O filme estreou na quinta, dia 1 de novembro, no Brasil e no dia seguinte nos Estados Unidos. Vamos ter a chance de conhecer a história antes dos americanos, algo raro.
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