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Vacinas Hexavalente e Pentavalente, acelulares, agora estão disponíveis no SUS

Atenção, famílias! Para você que tem filho até sete anos, dentro do público específico determinado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), saiba que estão disponíveis as vacinas Hexavalente e Pentavalente, ambas acelulares.

Ambas as vacinas, normalmente, só são encontradas na rede particular, têm um percentual menor de reação e, por isso, são as mais indicadas para as crianças. 

Entendendo cada vacina

Para quem não sabe, a Hexavalente é responsável por proteger os pequenos de seis doenças, que são a Difteria, o Tétano, a Coqueluche, a Haemophilus influenzae tipo b, a Poliomielite e a Hepatite B. Já a Pentavalente protege de todas essas, menos a Hepatite.

A vacinação acontece em três doses, com intervalo de 60 dias (mínimo de 30 dias), a partir dos dois meses de idade.

O primeiro reforço aos 15 meses de idade poderá ser realizado com a vacina Penta acelular e/ou Hexa acelular. A idade máxima para aplicação das vacinas Penta acelular e/ou Hexa acelular é de 6 anos 11 meses e 29 dias. ESSA VACINA É CONTRA INDICADA PARA CRIANÇAS COM MAIS DE SETE ANOS.

A VACINA NÃO É INDICADA PARA CRIANÇAS:

  • Com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da vacina ou ter manifestado sinais de hipersensibilidade após administração prévia das vacinas difteria, tétano, coqueluche ou HiB;
  • Com encefalopatias progressivas, com ou sem convulsões;
  • Com quadro de febre ou doença aguda. Nesse caso a vacinação deve ser adiada.

Público específico determinado pelo SUS:

A faixa etária de utilização permanece sendo os menores de 7 anos de idade, ou seja, até 6 anos, 11 meses e 29 dias de idade. Os critérios de liberação também permanecem como listado a seguir:

  1. Após eventos adversos graves relatados abaixo e ocorridos com a aplicação da vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis de células inteiras (DTP) ou com a vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis de células inteiras, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b (Penta de células inteiras):
    a. Convulsão febril ou afebril nas primeiras 72 horas após a vacinação,
    b. Síndrome hipotônico-hiporresponsiva nas primeiras 48 horas após a vacinação.
  2. Para crianças que apresentem risco aumentado de desenvolvimento de eventos graves à vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP) ou à vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b (penta de células inteiras):
    a. Doença convulsiva crônica;
    b. Cardiopatias ou pneumopatias crônicas com risco de descompensação em vigência
    de febre;
    c. Doenças neurológicas crônicas incapacitantes;
    d. Recém-nascido que permaneça internado na unidade neonatal por ocasião da idade
    de vacinação,
    e. Recém-nascido prematuro extremo (menor de 1.000 g ou 31 semanas de gestação).
  3. Preferencialmente, nas seguintes situações de imunodepressão:
    a. Pacientes com neoplasias e/ou que necessitem de quimioterapia, radioterapia ou
    corticoterapia;
    b. Pacientes com doenças imunomediadas que necessitem de quimioterapia, corticoterapia ou imunoterapia;
    c. Transplantados de órgãos sólidos e células-tronco hematopoiéticas

Mantenha a vacinação das crianças em dia! No SUS é possível atualizar a carteirinha de vacinação do filho, de graça. O sistema de vacinação brasileiro é um dos mais completos do mundo, sendo modelo para vários outros países.

Criado em 13/08/21
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