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Nutrição: como o ômega 3 DHA pode ajudar crianças na fase escolar

Por Dra. Maria Inês Harris - publicado em 16/07/2018

A fase escolar é um período da vida marcado por diversos desafios relacionados ao aprendizado da criança mas, principalmente nos anos iniciais, questões relativas ao comportamento e controle de emoções podem ser uma dificuldade a mais. O primeiro dia de aula, a mudança nos hábitos diários, a convivência com os colegas de classe e a própria alfabetização são alguns exemplos de obstáculos característicos dessa etapa de transição.

Mas, uma barreira enfrentada especialmente pelos pais de crianças entre dois e cinco anos de idade, é garantir que elas estejam nutridas física e mentalmente para enfrentar com sucesso as “provas” características dessa faixa etária.

Você deve estar se perguntando: como assim mentalmente nutridas? Acontece que além da saúde física, o equilíbrio e bom desenvolvimento mental são fundamentais para que os filhos, com a ajuda de seus pais, transponham os percalços do começo da vida estudantil.

Por esse motivo, pesquisas apontam o importante papel e a influência positiva dos neuronutrientes (substâncias que promovem a saúde do sistema nervoso), no desenvolvimento de crianças em fase escolar. Um deles é o DHA, um tipo específico de ômega 3.

Um estudo realizado nos Estados Unidos mostrou que a suplementação das mães com ômega 3 rico em DHA durante a gestação contribui para que os filhos tenham maior capacidade de manter a atenção durante a fase escolar.

Segundo a pesquisa, o ácido graxo é capaz de influenciar o comportamento das crianças de tal maneira que, em períodos futuros da vida estudantil, quando surgirem atividades mais desafiadoras, elas possam apresentar melhor desempenho.

Outro trabalho, realizado na Holanda, complementou a tese, ao demonstrar uma forte relação entre a presença de DHA no sangue de crianças de 7 anos de idade e a performance delas em atividades de leitura e soletração.

Além dessas, mais pesquisas clínicas apontaram benefícios desse tipo de suplemento para outros aspectos da saúde infantil, como a visão (melhora o desenvolvimento e precisão visual) e a condição psicológica (reduz os níveis de agressividade e impulsividade).

É importante que os pais, antes de tudo, ao optarem pela suplementação com ômega 3 rico em DHA para seus filhos, contem com o acompanhamento de um especialista e do pediatra da criança. Uma preocupação que muitos levam para o consultório é como escolher um suplemento puro e que tenha bons níveis do ácido graxo e, ao mesmo tempo, seja livre de gorduras ruins.

Outra dúvida comum é onde encontrar cápsulas mais confortáveis para o uso dos pequenos, já que a maioria costuma ser muito grande e de difícil deglutição.

A boa notícia é que já existem no mercado cápsulas de ômega 3 com teor superior a 90% de DHA, zero colesterol e gorduras saturadas e monoinsaturas e ainda com tamanho reduzido e desenvolvidas com a tecnologia gastrorresistente, que impede o famoso hálito de peixe.

Um bom motivo para introduzir o suplemento na dieta dos filhos (e na dos papais e mamães) é que, em média, o brasileiro consome pequena quantidade de pescado, um dos principais alimentos fonte de ômega 3 DHA. Consumimos geralmente 9 kg por ano quando o ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 12 quilos.

Além disso, existe a questão da contaminação dos peixes por metais pesados. Por esses motivos, a suplementação com ômega 3 rico em DHA traz a certeza de bons resultados dentro do que vemos evidenciado nos estudos científicos.

Sobre Dra. Maria Inês Harris:
Consultora científica da Biobalance e PhD e Diretora Executiva do Instituto Harris, é autora dos livros "Pele - Estrutura, Propriedades e Envelhecimento" e "Pele - do Nascimento à Maturidade". Também é professora do Curso de Especialização em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruz (Brasil) desde 1999.  e, entre outras atividades no Brasil, foi gerente técnica de Pesquisa Clínica em Allergisa Pesquisa Dermatocosmética, especialista HPLC na Alcon Laboratórios, gerente de segurança de produtos da Natura e coordenadora de pesquisa na Universidade Bandeirantes (UNIBAN). Química (UNICAMP, Brasil) com Doutorado em Síntese Orgânica (UNICAMP, Brasil) e Pós-Doutorado em Toxicologia Celular e Molecular de Radicais Livres (UNICAMP) e em Lesões de Ácidos Nucleicos (CNRS, França), ainda é certificada no curso "Avaliação da Segurança dos Cosméticos na UE" pela Universidade de Bruxelas, Bélgica.
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Sobre o Dra. Maria Inês Harris:
Consultora científica da Biobalance e PhD e Diretora Executiva do Instituto Harris, é autora dos livros "Pele - Estrutura, Propriedades e Envelhecimento" e "Pele - do Nascimento à Maturidade". Também é professora do Curso de Especialização em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruz (Brasil) desde 1999.  e, entre outras atividades no Brasil, foi gerente técnica de Pesquisa Clínica em Allergisa Pesquisa Dermatocosmética, especialista HPLC na Alcon Laboratórios, gerente de segurança de produtos da Natura e coordenadora de pesquisa na Universidade Bandeirantes (UNIBAN). Química (UNICAMP, Brasil) com Doutorado em Síntese Orgânica (UNICAMP, Brasil) e Pós-Doutorado em Toxicologia Celular e Molecular de Radicais Livres (UNICAMP) e em Lesões de Ácidos Nucleicos (CNRS, França), ainda é certificada no curso "Avaliação da Segurança dos Cosméticos na UE" pela Universidade de Bruxelas, Bélgica.
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