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Desafio possível: amamentação e trabalho

Por Fabia Tetteroo-Bueno - publicado em 02/10/2018

O leite materno traz benefícios não só para o bebê, mas também para a mãe. Embora cada vez mais mulheres amamentem, e durante mais tempo, ainda é necessário modificar alguns costumes para tornar o aleitamento materno mais simples e confortável a ponto de prolongá-lo ao máximo. E, este desafio é ainda maior para as mulheres que precisam ou escolhem retomar a carreira profissional durante a amamentação.

Os primeiros 1.000 dias de vida são cruciais para estabelecer o bom desenvolvimento da criança. Por isso, incentivar a amamentação e apoiar as mães que enfrentam desafios nesse período é fundamental. Diante da realidade da maioria das mulheres na América Latina, que trabalham fora, este apoio se torna ainda mais essencial.

Portanto, a atuação dos familiares e cuidadores nesta fase é fundamental para que o aleitamento se mantenha. Além disso, vale a mãe iniciar a extração do leite materno 1 mês antes de voltar ao trabalho, assim como a adaptação do bebê ao ser alimentado por outra pessoa.

Outro ponto importante é que, antecipadamente à volta ao trabalho, as mães se prepararem psicologicamente para passar maior tempo longe do bebê fazendo, por exemplo, curtas saídas sem o filho. Sabemos que este momento é difícil, mas não é impossível de ser enfrentado.

Com o passar dos dias, tanto a mulher quanto a família e o bebê se adaptarão ao novo período. Com estes cuidados básicos, será possível manter a amamentação e ainda, o retorno ao trabalho.

A amamentação oferece grandes benefícios para o bebê e a mãe: promove o desenvolvimento e o crescimento, fortalece o sistema imunológico contra infecções e contribui para a relação mãe-bebê, por isso a importância de preservá-la. Além disso, mães lactantes que amamentam são menos propensas a ter câncer de mama e de ovário.

De fato, estima-se que, atualmente, cerca de 20 mil vidas sejam salvas em decorrência da amamentação que contribui com a prevenção do câncer, bem como 80 mil mortes de crianças evitadas por desnutrição.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os bebês devem ser alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de vida, além disso, é indicado que as crianças sigam sendo amamentadas complementarmente até os dois anos de idade.

Sobre Fabia Tetteroo-Bueno:
Fabia Tetteroo-Bueno é Líder de Personal Health da Philips para a América Latina
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Fabia Tetteroo-Bueno é Líder de Personal Health da Philips para a América Latina
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