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Como proteger seu bebê de picadas de insetos

Por Dra. Angela Gobbo - publicado em 07/03/2018

Por conta das altas temperaturas, nesta época do ano a tendência é aumentar a proliferação de mosquitos, por isso, é preciso redobrar o cuidado com os pequenos, o que nem sempre é tarefa fácil. O risco mais comum para os bebês é a reação alérgica, inflamações ou infecções da célula, causadas por picada ou coçadura pós-picada, que estão entre as principais causas de internação hospitalar.

Além disso, existem ainda doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti como dengue, febre amarela, chikungunya e zica; o berne, transmitido pela mosca varejeira; e a malária, transmitida pelo mosquito Anopheles.

Como até os seis meses o uso de repelente é contraindicado, sob o risco de intoxicação e reação alérgica, e dos seis meses até os dois anos de idade o uso é limitado a dois tipos: IR3535, que não combate o Aedes Aegypti, e a Icaridina, que é um derivado da pimenta, seguindo sempre as orientações do fabricante, e além destes citados, para os maiores de 2 anos, recomenda-se o uso de DEET e também o óleo de citronela, o ideal é investir em medidas físicas, que serão sempre muito bem-vindas.

Como pediatra, minha recomendação é que eles usem roupas com mangas longas e calças compridas, de preferência de tonalidade clara, e também que os pais evitem o uso de perfumes, que podem atrair insetos. Outra opção seria o uso de mosquiteiros de berço, barreira física indicada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, como proteção à picada de inseto, mas que exige cuidado e higiene adequada.

Primeiro porque acumula poeira, o que pode gerar alergia de pele e problemas respiratórios no bebê, segundo porque é preciso garantir sua segurança. Não podemos correr o risco de que o equipamento caia sobre o bebê ou até se enrosque nele.

Muitos pais acabam investindo nessa proteção que, além das implicações citadas acima, tem a limitação de espaço, deixando os pequenos expostos ao risco de serem picados quando precisam se alimentar, tomar banho e trocar as fraldas ao longo do dia.

E como a maior incidência de mosquitos, principalmente o Aedes Aegypti, ocorre nos períodos de nascer e pôr do sol e, com as altas temperaturas, comuns nesta época do ano, quanto mais tempo as janelas permanecerem abertas, menos abafado ficará o ambiente.

Por isso, uma sugestão seria investir em telas mosquiteiras nas janelas do quarto. Existem várias opções no mercado, uma delas é a Block Insetos, que têm um sistema magnético, o que permite a vedação integral da janela. Há pouco mais de um ano no mercado, mas tem sido uma grande aliada, inclusive, em função dessas características, chamou a atenção do Ministério da Saúde, e passou a integrar, ao lado de outras iniciativas criativas e inovadoras, um banco de dados de soluções para saúde.

Todo cuidado é pouco, principalmente nesta época, com a proliferação de mosquitos aumentando, por isso, é preciso redobrar atenção na proteção dos pequenos.

Sobre Dra. Angela Gobbo:
Formada pela Univerdade do Cale do Sapucaí (UNIVÁS), que fica em Pouso Alegre (MG), Angela Gobbo tem residência médica em Pediatria pelo Centro Médico de Campinas Campinas - SP), é membro do clínico do Hospital Centro Médico de Campinas do Hospital Casa de Saúde de Campinas edo Hospital Celso Pierro, também em Campinas.
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Sobre o Dra. Angela Gobbo:
Formada pela Univerdade do Cale do Sapucaí (UNIVÁS), que fica em Pouso Alegre (MG), Angela Gobbo tem residência médica em Pediatria pelo Centro Médico de Campinas Campinas - SP), é membro do clínico do Hospital Centro Médico de Campinas do Hospital Casa de Saúde de Campinas edo Hospital Celso Pierro, também em Campinas.
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